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Compra e venda simulada entre companheiros e fraude às regras sucessórias
As uniões estáveis formadas em idade avançada suscitam importantes discussões sobre o regime de bens e os efeitos sucessórios decorrentes. O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar o Recurso Especial nº 1.759.756/PR, enfrentou situação em que uma companheira recebeu de seu parceiro septuagenário um imóvel por meio de escritura pública de compra e venda, ato que, segundo o Tribunal, mascarava uma doação simulada e visava fraudar as regras sucessórias. O caso reafirma a proteçã
Thais Marachini
1 de nov. de 202510 min de leitura


União Estável Post Mortem e os Limites da Renúncia Sucessória
O reconhecimento de união estável post mortem é uma das demandas mais sensíveis do Direito das Famílias e das Sucessões, pois envolve a colisão entre a afetividade e o patrimônio, frequentemente em contextos de litígio entre companheiro sobrevivente e herdeiros do falecido. A decisão do Superior Tribunal de Justiça (AREsp 2.515.170/SP, Rel. Min. Maria Isabel Gallotti, julgado em 20/08/2024) trouxe relevantes esclarecimentos sobre os limites das ações declaratórias de união e
Thais Marachini
1 de nov. de 20259 min de leitura


A Incomunicabilidade no Testamento e o Regime de Bens na Sucessão: Como Fica o Cônjuge?
O testamento é um instrumento de expressão da vontade e de planejamento sucessório, mas também um espaço onde se encontram a liberdade do testador e a proteção das relações familiares. Entre as cláusulas mais utilizadas está a incomunicabilidade , que impede que o bem herdado integre o patrimônio comum do casal. Quando essa cláusula é imposta em testamento, surge a dúvida: como ela se harmoniza com o regime de bens do casamento e com os direitos do cônjuge sobrevivente? Este
Thais Marachini
1 de nov. de 20257 min de leitura


Os Efeitos e Limites das Cláusulas Restritivas sobre a Legítima
O testamento é instrumento de autonomia da vontade, mas também de equilíbrio entre liberdade e proteção familiar. Dentro dele, o testador pode estabelecer cláusulas restritivas, como: inalienabilidade, impenhorabilidade e incomunicabilidade, destinadas a resguardar o patrimônio transmitido. Quando aplicadas à legítima, entretanto, essas restrições encontram limites jurídicos e temporais. O Código Civil impõe a necessidade de justa causa e veda a perpetuação de gravames que pr
Thais Marachini
31 de out. de 20253 min de leitura


É Possível Inventário Extrajudicial Quando Há Testamento?
A realização de inventário é etapa inevitável após o falecimento de uma pessoa, sendo o meio jurídico para a partilha dos bens deixados. Tradicionalmente, a existência de testamento sempre foi entendida como impedimento ao inventário extrajudicial, exigindo a via judicial para abertura, registro e cumprimento do ato testamentário. No entanto, a evolução doutrinária e jurisprudencial vem modificando esse entendimento, reconhecendo que, em determinadas situações, é possível com
Thais Marachini
27 de out. de 20253 min de leitura


A Nulidade do Testamento e a Relativização das Formalidades Legais
O testamento é um dos atos mais solenes do Direito Civil, justamente por envolver a manifestação da última vontade do indivíduo. Por essa razão, a lei impõe formalidades rigorosas para sua validade, garantindo autenticidade, segurança e proteção contra fraudes. No entanto, a prática forense tem demonstrado que o excesso de formalismo pode, em alguns casos, contrariar o próprio espírito da lei: preservar a vontade real do testador. Assim, a jurisprudência contemporânea vem rel
Thais Marachini
27 de out. de 20254 min de leitura


Testamento Público, Cerrado e Particular: Qual a Diferença?
O testamento é um dos instrumentos mais importantes do Direito das Sucessões, pois permite que o indivíduo exerça, de forma livre e consciente, o direito de dispor sobre seus bens e vontades para depois da morte. Entretanto, para que o testamento seja válido, é essencial observar as modalidades previstas em lei, cada uma com suas formalidades específicas e consequências jurídicas distintas. A escolha adequada do tipo de testamento é decisiva para garantir a segurança jurídica
Thais Marachini
26 de out. de 20254 min de leitura


O Testamento como Instrumento de Planejamento Sucessório
O Direito das Sucessões, tradicionalmente associado ao momento da morte, tem ganhado um novo significado à medida que cresce a conscientização sobre o planejamento sucessório. Nesse contexto, o testamento assume papel estratégico, permitindo que o titular do patrimônio organize, em vida, a destinação de seus bens, reduza potenciais conflitos familiares e assegure a execução de sua vontade após o falecimento. Mais do que um ato formal, o testamento é uma ferramenta preventiva
Thais Marachini
23 de out. de 20253 min de leitura


O Princípio da Autonomia da Vontade e os Limites do Testamento
O Direito das Sucessões é uma das áreas em que mais se observa a tensão entre liberdade individual e proteção familiar. Nesse contexto, o testamento surge como expressão máxima da autonomia da vontade , permitindo que o autor da herança defina o destino de seus bens e manifeste, de forma consciente, suas últimas disposições. Apesar disso, a liberdade de testar encontra limites legais destinados a resguardar o equilíbrio sucessório, especialmente no que se refere à proteção
Thais Marachini
21 de out. de 20253 min de leitura


A Sucessão Legítima dos Colaterais no Direito Brasileiro: Limites, Representação e Aplicação Prática
A sucessão legítima é o conjunto de regras que define a quem a herança é destinada quando o falecido não deixa testamento. Seguindo a ordem de vocação hereditária prevista no art. 1.829 do Código Civil, os colaterais aparecem como a última classe de herdeiros — sendo chamados somente na ausência de descendentes, ascendentes e cônjuge sobrevivente . Ainda que situados no final da linha sucessória, os colaterais desempenham papel importante na preservação do patrimônio dentr
Thais Marachini
21 de out. de 20254 min de leitura


Concorrência do Cônjuge Meeiro na Comunhão Parcial de Bens: Através da evolução de entendimento
A sucessão do cônjuge sobrevivente foi um dos temas mais controvertidos do Direito das Sucessões. Com a entrada em vigor do Código Civil de 2002, o legislador atribuiu ao cônjuge o status de herdeiro necessário (art. 1.845 do CC), gerando intensa discussão sobre como e quando ele concorre com os descendentes na herança. O acórdão proferido pela Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça , no julgamento do Recurso Especial nº 1.377.084/MG , trouxe interpretação sobre a a
Thais Marachini
21 de out. de 20254 min de leitura


Evolução da Ordem de Vocação Sucessória: A Inclusão do Companheiro no Código Civil de 2002
A ordem de vocação sucessória reflete a estrutura de prioridades estabelecida pela lei para a transmissão do patrimônio após o falecimento de uma pessoa. No Brasil, a evolução desse instituto acompanha as mudanças sociais e familiares, sobretudo no que se refere ao reconhecimento da união estável como entidade familiar constitucionalmente protegida. A principal alteração nesse cenário foi a inclusão do companheiro como sucessor legítimo no Código Civil de 2002, ainda que com
Thais Marachini
21 de out. de 20254 min de leitura


Aceitação da Herança no Âmbito do Direito de Representação: Deveres e Reflexos da Recusa
A aceitação da herança é ato jurídico indispensável à aquisição da titularidade do acervo hereditário. No contexto do direito de representação , surgem questões específicas quanto à necessidade de aceitação expressa ou tácita pelos representantes e os efeitos decorrentes da recusa ou omissão de um ou mais deles. O presente artigo propõe analisar a forma como se dá a aceitação da herança no caso de herdeiros por representação, bem como os reflexos jurídicos da não aceitação de
Thais Marachini
14 de out. de 20253 min de leitura


Representação e Seus Conflitos com Indignidade, Renúncia e Comoriência
O direito de representação no Direito das Sucessões visa garantir que os descendentes de herdeiros impedidos de suceder possam ocupar seu lugar na herança. Contudo, esse instituto encontra limites e interações com outras figuras igualmente relevantes, como a indignidade, a renúncia e a comoriência. Essas situações geram debates importantes sobre a possibilidade, ou não, de se invocar a representação. Este artigo analisa, de forma técnica e objetiva, os pontos de tensão entre
Thais Marachini
13 de out. de 20253 min de leitura


A Separação de Fato e seus Reflexos no Direito Sucessório do Cônjuge Sobrevivente
O direito sucessório do cônjuge sobrevivente é uma das questões mais delicadas e, ao mesmo tempo, mais debatidas no âmbito do Direito das...
Thais Marachini
9 de set. de 20254 min de leitura


Direito de Representação na Linha Descendente e Colateral: Aplicações e Limites
O direito de representação é um mecanismo sucessório que visa preservar a vocação hereditária dentro da família, assegurando que os...
Thais Marachini
8 de set. de 20253 min de leitura


Estrutura, Ordem de Vocação e Regimes de Bens: Estrutura, Ordem de Vocação e Regimes de Bens
A sucessão legítima é um dos pilares do Direito das Sucessões brasileiro. Disciplinada pelo Código Civil nos artigos 1.829 a 1.844,...
Thais Marachini
18 de jul. de 20254 min de leitura


Abandono Afetivo de Pais por Filhos Gera Perda da Herança?
O dever de cuidado e assistência entre pais e filhos é recíproco e está constitucionalmente previsto. Entretanto, no campo do Direito das...
Thais Marachini
18 de jul. de 20255 min de leitura


Revogação da Doação no Direito Civil
A doação, por sua natureza, é um contrato de liberalidade, no qual uma das partes transfere bens ou vantagens à outra sem exigir...
Thais Marachini
8 de jul. de 20253 min de leitura


Doação no Direito Civil: Conceito, Formalidades, Limitações e Efeitos Jurídicos
A doação, embora seja um ato de generosidade, é também um negócio jurídico complexo, regido por normas que visam proteger tanto o doador...
Thais Marachini
3 de jul. de 20254 min de leitura
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